Que iludidos nós somos ao pensar que deixamos de ser criancinhas. Conduzimos nossas vidinhas tão preocupadamente, tentado equilibrar tudo, com tantas incertezas e indecisões e arrependimentos. Tão frágeis! Somos tão inábeis quanto as criancinhas pintando com os dedos sujos de tinta guache uma "obra de arte".
- Papai, tá bonito?
- Tá lindo, meu amor!
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